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Ginástica Artística - Aparelhos e Exercícios - Paralelas
 
 
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Confira abaixo a descrição (inclusive com fotos!) para Paralelas Simétricas:

2 – Paralelas Simétricas

Aparelho de uso exclusivamente masculino. Foi criado com o intuito de fortalecer os braços, mas com sua prática, viu-se que podia-se desenvolver nele, uma infindável variação de elementos. Em uma série de exercícios nas paralelas deverão constar elementos de impulso, de força e estáticos, sendo que os de impulso devem predominar. As habilidades desenvolvidas pelo ginasta são; equilíbrio, força e agilidade. Os exercícios são executados em suspensão e apoio.

Particularidades:

Não podem ser executadas mais de três paradas, e pelo menos, num elemento, as duas mãos devem ser soltas simultaneamente.

A maioria dos elementos será efetuada sobre os barrotes, nas competições, tanto nas séries livres quanto nas obrigatórias, originando-se aí, a necessidade de desenvolver, sistematicamente, a capacidade de apoio do ginasta. Um fator importante da ginástica nas paralelas deve ser, por isso, o desenvolvimento e a conservação da mobilidade nas articulações dos ombros. A solicitação de esforços dos tendões e ligamentos da cintura escapular é muito grande durante os treinos e competições. Evitamos lesões e, principalmente, distensões musculares desenvolvendo sistematicamente a elasticidade dos músculos através de um treino orientado e, também, não descuidando do aquecimento específico durante os treinos e competições.

Nos últimos anos passou-se a praticar cada vez mais, na ginástica nas paralelas os exercícios laterais. Para satisfazer as exigências de originalidade nas séries, o ginasta deve desenvolver sua criatividade e introduzir novos elementos e idéias.

Familiarização:

Usa-se a paralela baixa na menor altura que o aparelho pode regular, ou que não ultrapasse o peito do aprendiz, para facilitar a aprendizagem inicial dos exercícios em paralelas.

Um exemplo de exercício de adaptação é um jogo de luta, onde ocorre um treinamento básico para o ginasta ganha força, recreando-se. Não é permitido o uso de pés, joelhos e pernas e pode ocorrer de frente para o aparelho e de costa para o mesmo.

Técnica de apoio:

A técnica básica acontece com os braços completamente estendidos, os ombros arredondados pressionando para baixo, o peito cavado para dentro, a cabeça deve ficar numa posição que dificulte o cumprimento destes aspectos mecânicos.

Medidas das paralelas:

- Altura: 1,75 m.

- Comprimento dos varais: 3,5 m.

- Largura (cotovelos): regulável de 0,480 à 0,520 m.

- Largura (varais): regulável de 0,400 à 0,420 m.

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Apreciação metodológica das paralelas:

Consideramos dois processos de aprendizagem a serem desenvolvidos paralelamente:

- O primeiro caracteriza-se pelo trabalho de postura, equilíbrio estático e dinâmico, tempos das ações, reações e coordenação.

- O segundo é quanto aos conteúdos, onde levaremos em consideração o grau de dificuldade, o número de exercícios e como combiná-los.

Os movimentos de embalo são os elementos básicos para total domínio do ginasta nas paralelas.

- O embalo é um movimento alternado de ombro com pernas.

- O ombro não deve permanecer preso. Deve soltar à frente e atrás.

- É errado enterrar os ombros.

- A posição errônea dos ombros causa o desequilíbrio.

Quanto aos exercícios executados com o embalo em posição axilar, é necessário um condicionamento da musculatura responsável pela movimentação e fixação da articulação escápulo-umeral, pois este tipo de movimentação força intensamente a articulação do ombro. É necessária uma preparação anterior, a fim de fortalecê-la devidamente. Com uma adaptação gradativa, estaremos evitando prejuízos ao ginasta.

Para que o treinamento em paralelas dê um rendimento suficiente, temos que ordenar o trabalho com exercícios de apoio, suspensão e suspensão axilar.

Sem a ordenação dos exercícios e com a utilização de apenas uma delas causaríamos um desgaste excessivo de certas regiões como:

- Em apoio: trabalho intenso do tríceps.

- Em suspensão axilar: durante a iniciação, haverá uma traumatização da musculatura do lado interno do braço (região do apoio axilar), causando leves escoriações na epiderme provocando muitas vezes algumas hematomas.

- Em suspensão alongada: surge a dor nas palmas das mãos (sensação de ardência), devida à sustentação de todo o peso do corpo pelas mesmas.

Nas paralelas, deve-se desenvolver um trabalho que permita ao ginasta adquirir uma empunhadura firme, permitindo ao ginasta uma maior segurança.

A respiração é outro ponto de observação a ser feita ao ginasta. Utilizam-se as paradas (esquadro, parada de mãos, prancha ) para realizar a respiração normal, uma vez que durante os movimentos a serem executados com velocidade e precisão há o bloqueio do ar nos pulmões.

São de grande valia os plintos que servem tanto como aparelhos auxiliares como de base na segurança e auxílios.

Divisão dos exercícios:

Grupo A

Movimentos de impulso executados no apoio:

- Embalos

- Trocos

- Volteios

- Saídas e outros.

Grupo B

Elementos estáticos de força e equilíbrio:

- Parada de mãos

- Planchas

- Esquadro

- Carpado

Grupo C

Movimentos de impulso executados na suspensão axilar:

- Subelevação dianteira

- Subelevação traseira

Grupo D

Movimentos de impulso misto (felge):

- Mortal por baixo (felge)

- Kippe Finlandês

- Kippe Deslizado

As passagens

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Lembretes para a técnica correta:

1 – No giro para a esquerda, o ginasta apoia-se no final do impulso para trás, com a mão direita à frente da esquerda, e lança-se o braço esquerdo lateralmente para cima.

2 – Ao descer da posição transversal, mantém-se o corpo estendido e contraído.

Balanço para a parada de mãos (embalo)

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Da posição de apoio, balança-se o corpo em um movimento pendular, através de pequenos impulsos para a frente e para trás. Os braços estão estendidos e a cabeça erguida.

2 – Passando pela vertical para a frente, acelera-se o movimento do impulso com as pernas para a frente e para cima. Com um ângulo de cerca de 160º graus dos quadris, diminui-se a velocidade do impulso das pernas. Ao final do impulso para a frente, os pés alcançam aproximadamente a altura da cabeça e os ombros estão ligeiramente inclinados para trás (equilíbrio); olha-se para os pés.

3 – No impulso para trás, conserva-se o mesmo posicionamento do corpo, até chegar à vertical. Agora, lança-se rapidamente as pernas para trás e para cima, até alcançar a completa extensão do corpo, e inclina-se os ombros e a cabeça um pouco para a frente.

4 – Na última parte do movimento para cima, a velocidade torna-se reduzida, e passa-se para a parada de mãos. Eleva-se o corpo, a partir dos ombros, e o ginasta permanece, por curto espaço de tempo, na parada de mãos.

Parada de mãos com meia volta (Troco)

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Após o impulso para trás, com o corpo estendido, sustenta-se, por pouco tempo, a posição de parada de mãos. Mantém-se o abdômen e o corpo bem contraídos. A cabeça está um pouco inclinada para trás.

2 – Transfere-se o peso do corpo para o braço de giro. Não se altera a posição do corpo.

3 – Pressiona-se ligeiramente a mão sobre a qual não há peso, de encontro ao barrote e dá-se rapidamente 1/4 de volta. A seguir, em parada de mãos (de lado), apoia-se as mãos sobre um dos barrotes mantendo entre elas o afastamento correspondente ao dos ombros. Logo depois transfere-se o peso do corpo e, mantendo o mesmo ritmo, executa-se novamente 1/4 de volta.

4 – Sustenta-se a nova parada de mãos transversal (a direção mudou) por um instante, antes de prosseguir com outros movimentos.

O Kippe braquial com impulso para a frente

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Com pequeno impulso (dois passos), e saltando com os dois pés da prancha de saltos, chega-se à posição de esquadro em suspensão, com os quadris ligeiramente flexionados. Para conseguí-lo, eleva-se os quadris bem para trás e para cima. Os braços estão estendidos; olha-se para os pés.

2 – Ao final do impulso para frente, aumenta-se o ângulo dos quadris até alcançar praticamente a extensão. A cabeça permanece entre os braços; olha-se para os pés.

3 – Seguindo o aumento do ângulo dos quadris, flexiona-se rapidamente no kippe em suspensão. O ângulo do quadris agora é muito pequeno, os joelhos se encontram ligeiramente acima do nariz e as nádegas estão na altura dos ombros. Deve-se alcançar esta posição antes do impulso, para chegar à vertical.

4 – Depois da passagem pela vertical é que começa o kippe propriamente dito. Aí o impulso das pernas se dirige inclinado para cima, sendo logo em seguida refreado. Com tração e posterior pressão dos braços sobre os barrotes, volta-se à posição de apoio (ângulo de quadris, grande).

Stützkehre

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Parada de mãos. Inicialmente os ombros conservam-se perpendiculares ao apoio, enquanto o corpo desequilibra, dando início ao embalo.

2 – Pequena projeção dos ombros à frente. As pernas descem mantendo o corpo todo firme.

3 – Passagem pelo apoio normal. As pernas devem, agora, ser chutadas para frente e para cima.

4 – O corpo deve virar bem cedo, enquanto o braço de apoio o conduz, dando direção e altura.

5 – Num momento que o corpo perde o contato com o aparelho, é completado o giro. O ginasta deve sentir a sensação de vôo. Deve-se ter o cuidado de que o corpo seja mantido estendido e firme.

6 – Queda no apoio invertido – parada de mãos.

Mortal de frente (Saída)

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Passagem rápida pelo apoio normal. O "chute" das pernas para trás é bem intenso. Forma um pequena ponte com o corpo.

2 – Deslocamento do corpo para fora dos varais.

3 – Projeção dos quadris para cima, iniciando a carpa.

4 – Carpa acentuada. Corpo ainda em rotação.

5 – Abrir o corpo rapidamente, a fim de parar a sua rotação. Movimento em queda livre até o solo, caindo em equilíbrio.

 

Luftrolle

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Embalo da parada de mãos. Ombros levemente projetados para a frente.

2 – O corpo continua no embalo, mantendo as pernas, quadril e cintura bem fixos.

3 – Passagem pelo apoio normal, com os ombros levemente afundados. Se afundados demais, sairá do equilíbrio o exercício.

4 – Ponte. Executar a ponte bem cedo e lançar a cabeça para trás.

5 – Movimento do vôo.

6 – Queda em parada de mãos.

Kippe deslizado

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Salto com o corpo bem estendido, na altura dos varais. Tomada de mãos com os ombros bem alongados.

2 – Embalo pela suspensão até o corpo estender bem na frente. Pés, quadris, ombros e mãos formam uma linha reta.

3 – O corpo carpa rapidamente, trazendo as pernas bem junto ao peito.

4 – Passagem à posição de apoio. Lançamento das pernas e dos quadris à frente e acima.

5 – Chegada ao apoio com braços bem estendidos e quadris elevados até a altura da linha dos ombros.

Subelevação dianteira

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Embalo na suspensão axilar. As mãos seguram firmes nos varais. Corpo estendido, mantendo-se os quadris acima dos varais.

2 – Passagem pela suspensão axilar alongada. Os ombros afundam entre os varais, e o corpo forma uma pequena ponte.

3 – Com os ombros ainda bem afundados entre os varais, dá-se um pequeno "chute" com as pernas para a frente.

4 – Os ombros são deslocados para a frente e para cima, elevando-se todo o corpo. Neste ponto, os ombros são flexionados fortemente.

5 – Passagem para a posição de apoio, estendendo bem os braços.

Rolamento para trás à parada de mãos

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Embalo em suspensão axilar. O corpo forma uma pequena ponte.

2 – Os ombros afundam entre os varais. Tomada de mãos firme nos varais.

3 - Pequena carpa. Cabeça lançada para trás.

4 – Flexão dos ombros, ao mesmo tempo que o quadril é lançado para cima. Cabeça bem para trás.

5 – Mudança rápida na posição das mãos, ao mesmo tempo que o corpo se eleva.

6 – Chegada ao apoio invertido. Os ombros encaixam-se rapidamente.

Subelevação traseira

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Lançamento ao embalo axilar.

2 – Passagem pelo apoio axilar alongado. Os ombros são mantidos bem elevados e o quadril é mantido levemente projetado para trás.

3 – Lançamento das pernas para trás. O corpo forma uma pequena ponte. O "chute" das pernas é forte e rápido, a fim de se conseguir a impulsão necessária.

4 – Os ombros são projetados para a frente, ao mesmo tempo em que o corpo é projetado para cima.

5 – Passagem para o apoio invertido - parada de mãos.

Subelevação traseira Gratschen esquadro

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Embalo axilar.

2 – Passagem pelo apoio axilar alongado. Quadris mantidos atrás.

3 – As pernas "chutam", formando uma pequena ponte.

4 – As pernas se elevam acima dos varais.

5 – Forte tração dos braços, puxando os ombros para a frente. Os quadris são bem elevados. Ao mesmo tempo que carpam, as pernas se afastam. As mãos empurram os varais antes de largá-los.

6 – As pernas fecham rapidamente, mantendo o corpo bem carpado.

7 – As mãos retomam rapidamente os varais.

Mortal por baixo à parada de mãos-felge

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Posição inicial.

2 – O corpo passa rapidamente à suspensão carpada, mantendo-se os braços e os ombros bem estendidos, formando uma pequena concavidade no peito. A cabeça é lançada bem para trás.

3 – Abertura rápida do corpo. Os braços conduzem o movimento até a passagem dos ombros pelos varais. Quanto mais tarde mais tarde o ginasta largar os varais, melhor.

4 – Momento da largada. As mãos mudam de posição (passagem da suspensão para o apoio).

5 – Chegada ao apoio invertido. Parada de mãos.

Mortal por baixo (Felge), partindo do apoio

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Passagem de apoio para a suspensão.

2 – Passagem pela suspensão carpada.

3 – Abertura rápida do corpo. Braços conduzindo o corpo, dando, assim, maior elevação ao movimento.

4 – Passagem ao apoio. Tomada dos varais com os braços flexionados.

5 – Chegada ao apoio invertido. Parada de mãos.

 
 
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